CEIRI NA MÍDIA

Joomla Templates and Joomla Extensions by JoomlaVision.Com
Defesa também será alvo de cortes no orçamento

Defesa também será alvo de cortes no orçamento 

Read more

Economia americana ainda sofre com o impacto dos ataques

Economia americana ainda sofre com o impacto dos ataques 

Read more

ESPECIAL VENEZUELA: Chávez

ESPECIAL VENEZUELA: Chávez 

Read more

Ausência de Kirchner favorece cooperação Brasil-Paraguai

Ausência de Kirchner favorece cooperação Brasil-Paraguai 

Read more

Defence: Contractors lured as India and Brazil rearm

Defence: Contractors lured as India and Brazil rearm 

Read more

Disputa do suco de laranja não torna EUA mais atraente

Disputa do suco de laranja não torna EUA mais atraente 

Read more

Brasil vota a favor de investigações sobre direitos humanos no Irã

Brasil vota a favor de investigações sobre direitos humanos no Irã 

Read more

Recursos da China e alto preço das commodities estimulam crescimento de países africanos

Recursos da China e alto preço das commodities estimulam crescimento de países africanos 

Read more

Revoltas no mundo árabe refletem no preço do petróleo e Brasil sente impacto da crise

Revoltas no mundo árabe refletem no preço do petróleo e Brasil sente impacto da crise 

Read more

Sul-coreanos no cenário brasileiro

Sul-coreanos no cenário brasileiro 

Read more

Pre 1 2 3 4 Next

Produtos e Serviços

Conheça nossos Cursos

You are here: Home Relações com a Mídia Destaques na Mídia Economia americana ainda sofre com o impacto dos ataques

Economia americana ainda sofre com o impacto dos ataques

PDFPrintE-mail

CEIRI no Jornal Brasil Econômico. Especial 11 de Setembro.

BÁRBARA LADEIA

Falta consenso sobre o peso dos US$ 4 trilhões gastos com Guerra ao Terror sobre a crise da dívida

Existem poucas dúvidas que os atentados do Onze de Setembro e a subsequente Guerra ao Terror jogaram sombras sobre a até então saudável economia dos Estados Unidos. No entanto, ainda faltam respostas sobre qual o verdadeiro tamanho da responsabilidade desses eventos sobre a crise da dívida americana de 2011.

Após os atentados do Onze de Setembro, o então presidente George W. Bush abriu fogo contra o terror. Em duas guerras, o exército americano invadiu o Afeganistão, em busca do líder da Al Qaeda, Osama Bin Laden, e o Iraque, atrás de supostas armas de destruição em massa. Mais tarde o Paquistão, que abrigava Bin Laden, também virou alvo do país.

Segundo o estudo "Custos de Guerra", do Instituto Watson de Estudos Internacionais, da Universidade Brown foram US$ 4,4 trilhões gastos nessa empreitada. Hoje, boa parte da dívida americana, que beira os US$ 15 trilhões, é atribuída a todo esse investimento contra o terrorismo.

(...)

Globalização do prejuízo

A decisão unilateral dos Estados Unidos de atacar Iraque e Afeganistão, ignorando recomendações da Organização das Nações Unidas (ONU) e os temores de todo mundo, foi um importante elemento na desconstrução do superávit fiscal deixado pelo governo Clinton. No entanto, o avanço do déficit nas contas americanas não foi sentido apenas por Estados Unidos, Iraque e Afeganistão.

Em julho deste ano, os principais mercados mundiais foram tomados pelo pânico da possível rejeição à elevação do teto da dívida americana. Ao longo de todo o mês, o presidente Barack Obama travou uma dura luta contra o congresso, que ameaçava não aprovar a nova elevação, em busca de uma saída política.

"Parecia o dia do fim do mundo", lembra Marcelo Suano, pesquisador do Centro de Estratégia, Inteligência e Relações Internacionais (CEIRI), que estava no pais na data da aprovação. Até mesmo as autoridades monetárias chinesas, maior credor dos Estados Unidos, se manifestaram, solicitando a elevação do limite. O risco era global.

Diante da aprovação do novo teto da dívida, que ficou em US$ 17 trilhões, comprometidos com uma reforma orçamentária, as agências de risco reavaliaram as classificações para os Estados Unidos. Com a questionada redução de AAA para AA+ pela Standard & Poor’s, o pânico assolou o mundo. Por aqui, o Ibovespa despencou 9,74%, ficando a 100 pontos da interrupção das operações pelo circuit breaker.

"Essas grandes repercussões só acontecem devido à globalização da cadeia produtiva", explica Suano, que afirma que o Onze de Setembro foi um dos grandes responsáveis por uma "mudança na forma de organização mundial". "Os Estados Unidos tomaram uma decisão independente, mas o reflexo foi global.

Matéria Completa em: http://www.brasileconomico.com.br/paginas/especial-onze-de-setembro-economia_152.html